Mala da maternidade: 9 dicas para mamães de primeira viagem

O momento indicado para iniciar a organização das malas da mãe e do bebê para a maternidade é a partir da 32ª semana de gestação. E as dicas de hoje são para as mamães que tem dúvidas sobre como organizar as malas de maternidade!

1.      Atente-se à época do ano na qual o bebê vai nascer. No tempo frio, inclua na mala casaquinhos de lã, toucas, luvas, mantinha mais quente. Se for na época de calor coloque roupas não tão quentes mas tome cuidado para que eles não sintam frio também. Pois a pele deles é muito sensível!

2.      Leve ao menos três mudas de roupas para o período do hospital, além da saída da maternidade. Separe roupinhas confortáveis, de preferência de algodão.

3.      Organize as mudas de roupas do bebê em saquinhos. A muda completa do recém-nascido deve ter body, macacão e calças com pé. Assim a mala fica mais organizada e você ganha tempo ao pegar as roupinhas. Eu fiz isso e deu muito certo!


4.      Tenha uma manta soft e cobertor para o bebê, dois cueiros, além de três tolhas de boca, e duas toalhas fralda para o banho, pois as que tem o tecido de fralda por dentro são mais macias e assim não machuca o bebê.

5. Não se esqueça de produtos de higiene pessoal do bebê, dê preferências a produtos hipoalergênicos. Sabonete, cotonete, álcool 70%, pomada anti assaduras, lenço umedecido, fraldas recém-nascido, eu levei shampoo e condicionador, mas isso é opcional, pois tem crianças que podem ter alergias a determinadas marcas, ai tem que ficar de olho.

6. Não se esqueça de saquinhos vazios para colocar as roupas sujas tanto do bebê quanto sua. Pois assim as roupas sujas não se misturam com as roupas limpas.

7. Outra dica é além das mudas de roupa completas no saquinho, coloque mais uns 2 bodys, duas calças para caso precise. 

8. Não se esqueça de levar seus documentos e o acompanhante também, enfeite de porta, as lembrancinhas, máquina fotográfica (com carregador), uma maquiagem básica.

9.      A mala da mãe deve ter camisolas, blusas ou vestidos com abertura na frente para facilitar a amamentação, sutiãs de amamentação, calcinhas com o cós alto e meias, absorvente, absorvente de seio, e produtos de higiene pessoal, toalha de banho. Lembre-se de colocar roupas confortáveis, pois você ainda vai estar inchada e cansada. Conforto é tudo nessa hora..rs

Todas as peças de roupas, cama e banho que vão entrar em contato com a pele delicada do bebê devem ser lavadas antes do uso. A recomendação é utilizar produtos hipoalergênicos e dermatologicamente testados. 

Aqui eu utilizei o sabão de coco para lavar as roupinhas da Luiza, pois tinha medo de usar sabão em pó ou líquidos e dar alergia nela ou que o cheiro pudesse incomodar também. Não utilizei amaciante e enxaguava bastante as roupas dela. Até o umbigo cair e cicatrizar por completo eu lavava assim as coisas dela, foi até uns 3 ou 4 meses mais ou menos.  

Espero que as dicas possam ajudar as gravidinhas e se tiverem mais alguma sugestão é só deixar nos comentários!

Beijos da Loh!


Leia Mais ››

Microfisioterapia: uma nova solução para refluxo em recém-nascidos

Quando o recém-nascido tem sono agitado, vômitos constantes, dificuldade para mamar, irritação, choro excessivo, dificuldade para ganhar peso, inflamação frequente nos ouvidos, entre outros sintomas, ele pode estar sofrendo de Refluxo Gastro Esofágico (RGE).

Segundo estudos recentes, o problema acomete pelo menos 25% dos recém-nascidos (segunda maior afecção no trato digestivo), sendo que parte deles consegue ganhar peso e os sintomas são transitórios, são os chamados de “vomitadores felizes”. O restante, acaba procurando um profissional e adotando algum tipo de tratamento seja ele qual for. Recentemente o RGE tem sido associado ao parto cesárea. Ainda não se sabe ao certo o motivo, mas existe uma suspeita de que a manobra de retirada do neonato acabe estirando o nervo vago, hiper excitando e gerando sintomas e desequilíbrios do trato gastrointestinal.

O tipo funcional ocorre em maior frequência do que o fisiológico, porém, sem causar doença para a criança. Ele é denominado desta forma por não haver qualquer disfunção básica (mecânica, inflamatória, infecciosa ou bioquímica) que possa levar ao refluxo, e é um processo de maturidade gastrointestinal. O refluxo ainda pode ser oculto ou silencioso, podendo se transformar em patológico.

A medida em que o RGE abrange áreas extra esofágicas, ele vai deixando de ser um problema restrito ao trato digestório. Entre as complicações do RGE, cita-se a asma brônquica e os problemas otorrinolaringológicos, problemas de alimentação, cólica do lactente e erosão dentária. O RGE também pode ser considerado o fator responsável pela dificuldade alimentar, tanto em neonatos como em crianças maiores. (Puccini FRS, Berretin-Felix G).

Existem diversos tratamentos para o RGE e a maioria deles é medicamentos e acaba sempre numa tentativa de atacar os sintomas, e muitos poucas vezes, a causa é investigada de fato.

A Microfisioterapia que foi desenvolvida por franceses como base na embriologia, a filogênese e a anatomia humana, permite avaliar o ritmo vital dos nossos órgãos e tecidos através de micro toques, procurando perdas de vitalidade e a causa desses desequilíbrios. Além disto, estimula o corpo para que se auto regule e assim possa reencontrar o bem-estar perdido.

Essas agressões primárias deixam cicatrizes que ficam armazenadas nos tecidos, atrapalhando o funcionamento e desregulando o ritmo vital. O fisioterapeuta, através de micro palpações, procura pelo corpo onde essa “cicatriz” ficou armazenada e reconhece qual tecido (musculoesquelético, tecido do sistema nervo, pele ou até visceral) teve perda de vitalidade, afetando o funcionamento. O papel do profissional é, então, apresentar para o corpo onde estão localizadas essas feridas para que o próprio organismo as elimine.
A cicatriz patológica é o vestígio deixado pelo agente agressor no corpo, que até tenta reparar o problema, mas não consegue eliminar por uma deficiência do sistema imunológico ou porque a agressão foi muito forte. O resultado é um desequilibro de células e tecidos, atrapalhando suas funções e provavelmente gerando sintomas.

O tratamento através da Microfisioterapia visa sempre corrigir ou regular essa hiper excitação do Sistema Vagal ou até mesmo buscar possíveis causas que podem não ser associadas ao Nervo Vago. Os resultados para RGE em recém-nascidos têm excelentes resultados e cerca de 90% dos bebes que são submetidos ao método, tem uma melhora significativa nas primeiras 72 horas.

Em 2003 um estudo realizado na França por Laurent CALDERAR, constatou que a Microfisioterapia teve resultado positiva no tratamento do RGE em recém-nascidos, obtendo a melhora total do quadro de 37,5% dos pacientes. Nesse estudo avaliaram através de questionário e quadro clinico dos pacientes que apresentavam o RGE, foi realizado apenas 1 atendimento e o questionário e avaliação foram aplicados no dia do atendimento e 15 dias após. Os resultados foram: 50% de melhora em 25% dos casos, 75% em 37,5 dos casos e 100% em 37,5% dos casos.

Por Fábio Akiyama.

Para saber mais clique aqui:

Leia Mais ››

Seu filho está com dificuldades para aprender um novo idioma? Saiba o que fazer!

Especialistas ensinam como disciplinar e ao mesmo tempo apoiar o filho nesse momento.

Sabemos que as crianças de hoje não são mais como as de antigamente, pois a criança da era tecnológica (sec.XXI) nasce com smartphones e tablets em mãos. Não há dúvidas de que a geração atual terá muito mais conhecimento do que a geração X ou Y.

No entanto, essa aptidão para aprender coisas diferentes e mexer em aparelhos tecnológicos não corresponde a todas as crianças e adolescentes. E por isso, muitos que sentem dificuldades para acompanhar os colegas de turma, tanto na sala de aula tradicional como em cursos de idiomas, e acabam por perder a vontade de aprender e participar de algo novo.

“A criança assim como o adulto tem receio de errar e fracassar, para um adulto um dia ruim é o carro quebrado, uma bronca no trabalho. Entretanto, para a criança é uma briga com o coleguinha da escola, uma prova, uma nota vermelha, etc. São prioridades diferentes, são situações diferentes. E os pais precisam entender que toda criança passa por um período de adaptação escolar”, menciona a CEO da Rede Minds Idiomas, Leiza Oliveira, mãe de duas crianças.

Saber falar mais de um idioma hoje não é certeza de sucesso, mas antes de pressionar a criança que não está aprendendo, tente entender e achar em que parte do processo está o erro ou a dificuldade. “Quando forçamos a criança a aprender algo novo isso desenvolve o cérebro dela, mas se ela demonstrar dificuldade, e os pais ou professores ignorarem esse entrave, o aprendizado pode virar um trauma a longo prazo”, destaca a psicóloga e coach Alice Mello.

Confira abaixo o que fazer e como ajudar o seu filho neste momento:

Organize uma rotina de estudos – Antes de começar a cobrar uma frequência maior de estudo, tente ajudá-lo. Sente-se com ele e antes de iniciar os estudos, organize as matérias e crie uma rotina de estudos.

Faça resumos – Algumas pessoas são mais auditivas, outras visuais e assim por diante. Escrever é uma ótima maneira de assimilar a informação, aprender ou gravar na memória. O resumo serve para facilitar a compreensão, ele faz o cérebro entender melhor a mensagem e relacionar com outras referências.

Seja compreensivo – Não adianta brigar com a criança por causa da dificuldade para aprender, pois ela já deve estar decepcionada consigo. Tente entender e amenizar a decepção e vergonha com conselhos e ideias de como solucionar o problema. “É preciso conversar com a criança, uma relação de respeito e amizade sem perder a autoridade e a responsabilidade que lhe cabe como pai ou mãe”, argumenta Leiza Oliveira.


Leia Mais ››

Exames de rotina para anotar na agenda

A chegada do mês da mulher é mais um alerta para a importância dos exames preventivos que devem ser realizados anualmente.

Os exames de rotina devem marcar presença durante toda a vida da mulher independente da idade. Segundo o ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior, a consulta com um ginecologista é fundamental desde a primeira menstruação. “A chegada da puberdade é o momento ideal para escolher um médico de confiança que acompanhará toda a evolução feminina antes do início da vida sexual. É nessa primeira consulta que o médico explicará como funciona toda a anatomia da mulher para que a paciente conheça seu próprio corpo, entenda o funcionamento do ciclo menstrual e lide bem com as questões de sexualidade no futuro”, afirma o especialista.

O ultrassom pélvico está entre os exames mais comuns pedidos pelos ginecologistas. “Este procedimento avalia o útero e os ovários da paciente e analisa se o volume e dimensões estão dentro da normalidade, além de localizar qualquer alteração como pólipos, miomas, cistos e nódulos”, explica doutor Élvio.

Após o início da vida sexual há ainda um reforço maior para que o retorno ao ginecologista seja feito anualmente. “O Papanicolau é um dos principais exames que conseguem de forma geral avaliar a saúde da mulher. A Colpocitologia oncótica, mais conhecida como papanicolau é capaz de identificar desde a presença do papiloma vírus, o HPV, que pode provocar câncer de útero até a presença de microrganismos que causam corrimentos, infecções e DST´s”, alerta.

Outra solicitação rotineira é o ultrassom das mamas. Apesar de ser recomendado para mulheres abaixo dos 35 anos, este ultrassom também é indicado como um exame complementar à mamografia, além de conseguir detectar a presença de lesões sólidas ou nódulos.

A partir dos 35 anos, a mulher passa a ser encaminhada para o exame de mamografia. Este é o principal mecanismo para avaliar a presença ou não de nódulos e câncer de mama. “No caso de mulheres mais jovens, mas com histórico familiar da doença, é recomendado a antecipação deste exame, porém todo caso é avaliado individualmente”, diz doutor Élvio Floresti.

Além disso, o exame de sangue que mede os níveis de colesterol, glicemia, cálcio, triglicérides, ferro e a função da tireoide também devem ser realizados anualmente. “O exame de sangue é um importante aliado para detectar a presença de hepatite, HIV, sífilis e herpes”, complementa.

Vale lembrar que além do ginecologista, é recomendado a consulta pelo menos uma vez ao ano com um clínico geral para um check-up frequente.

Leia Mais ››

Pílula Anticoncepcional - Mitos e Verdades

A pílula anticoncepcional, que foi ícone de libertação dos anos 60, hoje é motivo de preocupação. Muito se discute sobre a segurança em seu uso frequente. Podem estar em forma de pílulas para uso oral, anel vaginal, injeções ou adesivos. Todos os métodos servem como solução para evitar a gravidez indesejada, e outros benefícios podem ser associados a seu uso, como controle de algumas doenças, desde que sigam orientação profissional adequada. Mas, junto com essa revolução, vem também uma série de dúvidas. De acordo com dados divulgados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) cerca de 100 milhões de mulheres usam pílulas anticoncepcionais em todo o mundo. Mas mesmo tão popular, a pílula traz dúvidas sobre seus efeitos colaterais. Saibam alguns mitos e verdades sobre elas.

Pílula anticoncepcional engorda?

MITO - A Pílula diretamente não engorda, mas pode aumentar a vontade por carboidratos e reter líquido, porém existem pílulas com progesteronas específicas, que diminuem a retenção hídrica.

Pílula anticoncepcional dá celulite?

VERDADE - A pílula pode causar retenção de liquido, e em mulheres com tendência a ter celulite (geralmente associada à sensibilidade aos estrogênios), com má alimentação e sedentárias, essa tendência pode ser potencializada.

Pílula anticoncepcional aumenta os seios?

MITO-Como já falamos anteriormente, o que pode acontecer é uma retenção de liquido, que leva ao inchaço nas mamas.

Pílula anticoncepcional melhora a pele?

VERDADE- Os hormônios das pílulas ajudam a reduzir a oleosidade da pele, a acne e até a grande quantidade de pêlos, devido ao controle dos níveis de androgênios ( hormônios masculinos).

Pílula anticoncepcional dá trombose?

VERDADE – Isso depende do anticoncepcional e da genética da mulher. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel (encontradas em algumas pílulas) têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados.

Pílula anticoncepcional: antibiótico corta o efeito?

VERDADE – A interação da pílula anticoncepcional com o antibiótico pode cortar ou reduzir o efeito da pílula. Isso acontece porque o antibiótico compete com a pílula no metabolismo do fígado, saindo ambos prejudicados. Se o organismo precisa priorizar um dos dois medicamentos, é natural que dê mais importância ao antibiótico.

Pílula anticoncepcional: Existe uma idade certa para o início?

FALSO - Não existe uma idade ideal para começar a usar a pílula. A partir de alguns ciclos após a menarca, já se pode fazer o uso, desde que haja clara indicação para tal. Os cuidados no início envolvem tentar empregar uma dosagem de hormônio mais baixa, verificar possíveis contra-indicações e avaliar a real necessidade do contraceptivo e da frequência de relações sexuais.

Pílula anticoncepcional pode deixar a mulher infértil?

MITO – O anticoncepcional não interfere na fertilidade, já que quando a mulher para de utilizar a pílula ela pode engravidar normalmente, a menos que já tenha algum problema de fertilidade.

Gostaram das informações? Espero que tenha ajudado. Pois sempre tenho dúvidas e mais dúvidas sobre anticoncepcionais e uma das principais que não sabia era com relação a tomar antibiótico.


Leia Mais ››