Os primeiros dois anos de uma criança!

Desde que engravidei eu precisei deixar de trabalhar, pois minha gravidez foi um pouco complicada e eu precisei manter repouso durante toda a gravidez. Desde então eu e meu esposo decidimos que o primeiro ano de vida da Luiza eu iria ficar em casa com ela, e não voltaria a trabalhar, depois do primeiro ano, achamos que ela ainda estava muito novinha para ir para a escolinha e mais uma vez concordamos que seria bom pra ela que eu ficasse mais um ano em casa com ela até ela até os dois anos, ela já completou os dois anos e mais uma vez decidimos que ela iria pra escolinha aos três anos, e eu volto a trabalhar. 

O que eu quero dizer pra vocês hoje é para que se você puder, tiver condições, não abra mão de passar ao lado do seu filho esses primeiros dois anos de vida, pois eles são muito importantes para o desenvolvimento do seu filho. 

Eu pude acompanhar toda a trajetória da Luiza até aqui, vi, participei e a ajudei em todos os seus desafios e conquistas. Eu estava ao lado dela, nas primeiras palavras, nos primeiros passos, nas primeiras gracinhas, na introdução alimentar e muitas outras coisas. Eu pude educar ela do meu jeito, 

A alguns dias atrás vi esse vídeo que falava exatamente disso e hoje quero compartilhar com vocês. O pediatra Dr. José Martins Filho, reforça a importância doa feto e do vínculo para o desenvolvimento psíquico-emocional de uma criança. Ele ainda discute a atual licença-maternidade no Brasil e defende uma mudança na legislação que permita a mãe ficar mais tempo com seu filho. 

Assista o vídeo, se nossas autoridades pensassem assim, o futuro dos nossos pequenos seria muito melhor!


Ele fala tudo, tudo que precisamos para poder ficarmos mais perto dos nossos filhos, sei que muitas não tem condições de abrir mão do trabalho para ficar em casa cuidado dos filhos, mas se nossas autoridades tivessem um pouco mais de consciência nos daria mais tempo de licença maternidade. E  

Eu pude acompanhar toda a trajetória da Luiza até aqui, vi, participei e a ajudei em todos os seus desafios e conquistas. Eu estava ao lado dela, nas primeiras palavras, nos primeiros passos, nas primeiras gracinhas, na introdução alimentar e muitas outras coisas. Eu pude educar ela do meu jeito, sem contar o quanto é gostoso as nossas brincadeiras e bagunças, eu tento sempre trazer algum tipo de brincadeira que a estimule usar a cabeça, a pensar. 

Portanto mãe, se você tiver essa oportunidade não abra mão e aproveite o seu filho ao máximo que puder e o estimule e ajude-o para a vida. Ame-o e o deixe saber e sentir que é amado!

Beijos da Loh!  




1 comentários:

  1. Bruna Franciozi Focking11 de março de 2016 11:27

    Me identifiquei demais com a tua história. A minha gravidez também foi bem complicada. Do tipo um cisto de uns quade quatro kg, pre-eclampsia e uma cesárea estranha. Tive que tirar um ovário e sai da maternidae carregando munha filha e seu "irmão" cisto. Diante disso, decidimos que tanto eu, como ela precisavamos ficar juntas e nos curtirmos. Precisávamos de tempo para ficarmos tranquilas e aproveitar o que não pude na gravidez. O fato é que hoje ela já está com dois anos e sete meses e ainda prefiro deixar ela em casa comigo. Sinto falta de sair pra trabalhar, mas agradeço por ter um marido tão compreensivo e que segura as pontas, pra que possamos, como você mesma disse, educar do nosso jeito. Parabéns pela filhota, que é linda e por toda sua dedicação.

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