Colar de âmbar. Você sabe o que é?

O âmbar tem sido usado por séculos como um remédio natural para aliviar a dor, promover a rápida cicatrização e estimular o sistema imunológico.  Em contato com a pele, aquece e libera pequenas quantidades de ácido succínico, substância contida nos óleos essenciais do âmbar que tem efeito curativo, propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. Historicamente vem sendo usando na prevenção de AVC e para atenuar cólicas, dores corporais, náuseas, infecções de ouvido e outros.

O que é o colar de âmbar?


O âmbar é uma resina vegetal que se tornou fóssil há aproximadamente 50 milhões de anos e é encontrada principalmente na região dos Bálticos – inclusive as propriedades do colar só valem se as pedras forem dessa área. Fique atento, pois existem imitações de copal ou plástico. Nele se encontra o ácido succínico – estudos afirmam que esse composto químico fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema nervoso e melhora a atividade metabólica. Por isso, o âmbar atuaria como analgésico e anti-inflamatório natural.

Como ele age?

Segundo os vendedores e as mães que usam (e que pesquisaram a respeito), em contato com a pele do bebê, as pedras do colar se aquecem e liberam quantidades minúsculas do ácido succínico no corpo. De acordo com a experiência delas, o acessório auxilia especialmente durante a fase de dentição, por aliviar dores e desconfortos como inchaço da gengiva e febre.

Funciona mesmo?

Especialistas fazem coro ao afirmar que não existem estudos científicos que comprovem a eficácia do uso de pulseiras ou colares de âmbar para aliviar a dor nos bebês. “Não há nenhuma pesquisa que mostre que ele funcione, o que existem são experiências pessoais. É um método natural sem comprovação científica” – é o que diz (ou pensa) a maioria dos pediatras.

Dicas para saber se ele é verdadeiro:

* Coloque uma ou duas gotas de acetona ou álcool em uma das contas do colar. Se ficar viscosa, pegajosa ou alterar a cor, não é âmbar.
* Misture uma parte de sal com duas de água e dissolva. Coloque uma peça de âmbar: se boiar, é autêntica.
* O âmbar é morno ao toque, bem diferente das imitações de vidro, que são sempre mais frias que a sua pele.
Pretende usar?? Segue abaixo algumas dicas de segurança!

* O fio deve ter um nó entre cada conta. Assim, em caso de ruptura, apenas uma cai.
* Em qualquer idade, o colar deve ter entre 33 e 36 cm, para não ficar apertado nem frouxo.
* Recomenda-se tirar no banho para evitar o desgaste do cordão.* O fecho deve ser de rosquear e coberto por âmbar, para o bebê não conseguir abrir.* Fique atento para o uso durante a noite. A recomendação é tirar o colar para dormir.* Acompanhe de perto o uso do colar. Preste atenção à reação do bebê quando o objeto é colocado: se ele se incomoda, tenta puxar ou nem nota. Usando desde cedo, as chances de ele se acostumar são maiores. Cabe aos pais decidir sobre o uso à noite, tendo em vista os perigos. Uma alternativa para utilizar durante o sono é colocar o colar no tornozelo, dando duas voltas.* Evitar que a criança leve o colar à boca ou o morda.
Utilize o colar de âmbar mais próxima ao local onde deseja seu efeito. Para desconforto na cabeça ou pescoço, prefira o colar. No caso de dores, artrites ou tendinites no pulso, mãos ou braços, utilize uma pulseira. No caso de desconforto nos pés ou pernas, prefira utilizar uma tornozeleira. Para alívio dos sintomas da dentição do bebê, o colar trará mais benefício do que a pulseira.
O valor do colar varia de acordo com o tipo do âmbar: quanto mais polido e lapidado, mais caro. Em média, ele custa entre R$ 65 e R$ 90.
Espero que tenham gostado das dicas. Aqui não usei com a Luiza, pois na época não conhecia, mas no próximo baby pretendo usar e acho muito válido essas informações por isso pesquisei e quis compartilhar com vocês!
Beijos da Loh!


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